sábado, 5 de maio de 2012

Minha Sopa de Cebola do Ceagesp



O próprio chef do Ceagesp divulgou a super receita da famosa sopa de cebola servida nos invernos no CeageSP (não lembro mais o link, faz tempo que peguei).
Já fui lá provar a tal sopa e realmente é um espetáculo, fui depois de ter feito a minha em casa e confesso que a minha não ficou devendo nada...rs. Ficou fantástica. Ontem foi dia de repeteco.

No Ceagesp paga-se pelo bufê R$ 19,00 e pode-se experimentar uma variedade de 5 sopas, além da de cebola que é padrão e tem nas duas versões, tem as que variam conforme o dia. Recomendo a visita.

Informações: http://www.ceagesp.gov.br/comunicacao/arquivo/2011/maio/270511

Segue a receita de como EU fiz.

Para fazer a base (usar panela de pressão):
- Refogo no azeite 1 cebola inteira picadinha com 3 dentes de alhos picadinhos até começarem a dourar
- Acrescento:
2 cenouras médias picadas em cubos
2 talos de salsão picados (com folhas também)
2 tomates picados com pele e sementes
1 alho poro picado em rodelas finas
5 grãos de pimenta do reino preta
1 kg de carne magra (vegetarianos pulem este item)
Enquanto acrescento estes ingredientes vou sempre mexendo e os picados vão sendo refogados.
Adiciono sal até quanto baste, jogo pimenta do reino em pó (pouquinho), 1 pitada de páprika. 1 pitada de açafrão.
Adiciono 1 xícara de vinho branco.
Continuo mexendo.
Completo com água até onde dê para fechar a panela de pressão.
Colocar o timer para 1 hora de cozimento após dar pressão, em fogo baixo.

Enquanto cozinha a base, pique em rodelas bem fininhas 2 cebolas médias e reserve.

Após a base pronta e assim que puder abrir a panela de pressão vamos à sopa propriamente dita:

Numa caçarola grande, derreter em fogo baixo 2 colheres de sopa de manteiga, acrescentar as cebolas cortadas finamente, e refogá-las até as cebolas murcharem e ficarem transparentes.

Adicione, uma a uma, 3 colheres de sopa de farinha de trigo (uso integral). Adicione uma colher e continue mexendo as cebolas, elas vão virar um bolo só, mas é assim mesmo. Adicione a outra e continue mexendo, e assim por diante.

Adicione 1 concha do caldo da base e continue mexendo, vá adicionando concha a concha até se esgotar o caldo da base e só restarem os legumes e a carne. Sempre mexendo. O caldo ficará um pouco grosso e de cor amarronzada.

Por fim, adicione outra xícara de vinho branco e continue mexendo.

Pode-se comê-la assim, ou gratinar (180º), como eu fiz: coloque a sopa no bown e uma rodela fina de pão italiano por cima, salpique com queijo parmesão e leve ao forno por 5 minutos.

Ao retirar adicione salsinha picada e bon apetit.

Com os legumes da base você pode preparar outra sopa acrescentando água e retemperando. Pique a carne e adicione à nova sopa.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Zoo Safari, São Paulo - SP

O Zoo Safari é o único parque do gênero em toda a América Latina. Você vai perder de conhecer?
Ter contato e ver os animais soltos e tudo isto sem sair de SP é indescritível.

Segundo comentam, não se compara com o antigo Simba Sáfari que funcionava no local. Eu, como nunca havia ido ao simba safari, não tenho parâmetros para realizar tal comparação, mas pelo que contam era melhor.

Na entrada há vendedores oferecendo amendoins para dar aos animais. Nós optamos por comprar ração do proprio parque, vende na bilheteria e custa 2 ou 3 reais uma caixinha. Convém comprar uma caixinha para cada pessoa do carro e deixar uma de reserva, acho que é o suficiente... Cuidado quando for oferecer para os emús e avestruzes, elas são enormes e o bico idem, então quando elas vão comer na caixinha elas vão com tanta força que podem derrubar a caixinha da nossa mão. Aconteceu conosco :-(



Pode-se optar por fazer o passeio com o seu próprio carro ou com as Vans do zoo. De dentro do zoologico também há saidas e o preço fica um pouquinho mais em conta. Os bichos que são: leões, onças, tigres, zebras, girafas, pavões, avestruzes, lhamas, antas, cervos, bisões, emas, emús... a maioria livre pela mata.

Já fomos das duas formas... da Van achamos que a visibilidade é muito ruim e dependendo do lugar você fica sem janela para tocar e interagir com os bichos. Os motoristas são muito rápidos, rápidos mesmo, mas alguns levam frutas para você dar aos animais. Não recomendo.

Com o seu carro, sem duvida é melhor e fique despreocupado pois não há perigo de estragá-lo... os únicos animais que podem eventualmente subir no carro são os macacos... mas nunca vi acontecer.

Bom, é um passeio bem rápido, em torno de 1 hora você consegue completar todo o circuito parando para ver todos os animais em 4 km de safári numa área de 80 mil m² num pedacinho da Mata Atlântica. Recomendo realizar este passeio junto à visita ao zoológico, como você já está na região e um é do lado do outro: voi lá. E se tiver muito pique ainda pode ir ao Jardim Botânico.


É sempre agradável poder tocar nos bichinhos: ema, avestruz, e alguns como os veados campeiros são total novidade para nós. Lindo o olhar delas.


A única parte chata e triste, na minha opinião, é passar pelos leões e tigre branco e vê-los numa jaula que eu achei pequena para tantos animais, pode ser segurança e tal, mas foge o conceito de simba...não gostei! Será que não havia outro meio?

No fim do circuito, no estacionamento há uma lojinha com bastante produto de bichinhos...

DICA: Se puder, vá cedo pois percebi que quando fomos no fim do dia os animais já estavam saciados e cansados. Alguns nem levantavam mais.

Ah, e não tenha medo... todos eles ADORAM um carinho, os mais carentes que achei foram os camelos...rs...fofos e muito docéis, eles enfiam a cara dentro do carro...rs





Passeio super recomendado, digo imperdível mesmo.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Recanto das Cascatas - São Roque, SP


Nunca tinha ouvido falar deste ponto turístico em São Roque e só o conheci pois sou de seguir as placas vermelhinhas de pontos turísticos. Quando vi a indicação do tal Recanto das Cascastas, segui as indicações e fui conferir. Passei batido pela entrada e tive de voltar, até a indicação do local é fraca.

Encontrei pouquíssimas informações na net a respeito. Apenas uma ou duas linhas informando que o local é cercado de remanescentes da Mata Atlântica, abriga um jardim de flores naturais e uma cascata formada pelas águas do ribeirão Carambeí, que por ter pedras muito lisas, é imprópria para banho.

Há uma trilha para chegar as cascatas, mas senti falta de maiores informações. Exemplo só descobri que as águas são do ribeirão Carambeí por que pesquisei na net. Também não vimos a tal Fazendinha indicada junto ao início da trilha.


O lugar também abriga um centro de exposições, creio eu, de vinhos...rs, vi na net que se trata da Expo São Roque e também da exposição de orquídeas da cidade.

Possui uma área livre onde havia uma Maria Fumaça, jardins, algumas réplicas de construções antigas. Tirei as fotos abaixo.









Vale muito a pena a visita. Se estiver em São Roque - SP ou nas redondezas, não perca.

Fica aberto para visitação com entrada gratuita. Fomos num sábado, apesar de não ter ninguém na portaria, de parecer meio deserto, entramos e gostamos do passeio.

Endereço:
Av. Antonio Maria Picena - Junqueira
Visita Gratuita
Tem telefones, sanitários, água.

sábado, 17 de março de 2012

Livro Uma breve história do Mundo – Geoffrey Blainey



Concluo com este livro que nossa vida de ser humano é equivalente a um ínfimo de tempo perante a grandiosidade deste supersistema chamado Terra. Nosso tempo de vida, em média 70 anos, não é nada perante os 10.000.000.000 (dez bilhões de anos!!!) da terra. Temos a prepotência de sempre achar que tudo gira ao nosso redor, que somos tão importantes, que podemos decidir quem e o que vive ou morre, mas não somos nada e nosso tempo de história perante a história do mundo, é um grão de areia.

Quantas e quantas transformações já não ocorreram? Quantas eras já se passaram? Quantos impérios? A elevação dos mares, os tsunamis, os terremotos, as movimentações das placas, os impérios que jazem.

O livro narra desde o principio da vida humana na terra iniciada na África. Narra também a formação das comunidades, o auge e a decadência de cada império.

Tem-se a sensação de um espectador diante desta grande retrospectiva que nos fornece questionamentos importantes da história caso as situações fossem inversas ou diferentes, por outros caminhos, como seria? É uma viagem prazerosa pela política, pelo surgimento das religiões, geografia das civilizações com uma linguagem agradável e fácil.

Entendemos o início das principais e mais antigas religiões e o porque de terem surgido, as guerras por território. As maiores e famosas guerras são contadas em sua continuação Uma Breve História do Século XX, mas daí já é uma outra história.

Viajando através de livro.

Recomendo.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Fazendinha Estação Natureza - São Paulo, SP

Já havia ido à Fazendinha Estação Natureza algumas vezes, mas no endereço antigo. Eles já estavam numa chácara dentro da cidade de SP, mas agora o fato da chácara DENTRO da cidade ficou mais evidente...rs. Agora temos a vista de várias casas e prédios vizinhos, e confesso que até atrapalha nosso enquadramento de fotos..rs.

Mas realmente é um passeio muito agradável de se fazer com os pequenos. A sensação de estar num local rodeado de animais e interagindo com eles é muito gostosa e excitante para as crianças (e para nós adultos também...rs, pelo menos para mim!), parece que estamos na casa de uma vózinha com um quintalzão cheio de animais... uma delícia!

Alguns animais ficam soltos pela chacára, como o peru Alipio, as galinhas Angola de roupinha de petit póa, patos, galos e galinhas.

Impossível não lembrar que é um dos queridos "Alipio" da vida que viram o famoso e tradicional (tradição que nem é nossa, apenas cópia) peru que vem para a nossa mesa na ceia de Natal.



Quem sabia que o peru também se exibe, assim?



Com os animais confinados há o momento de interação onde as crianças podem entrar nos recintos e alimentá-los ou ordenar, no caso da Esmeralda, a mamãe vaca. As cabras são bem agitadas, é preciso cuidado pois elas não perdem tempo, mordem roupas, ficam para lá e para cá, e tem o risco de nos derrubarmos, mas são mansas e adoram um carinho, como todo bicho.


Os monitores, sempre atentos e super simpáticos, fazem um roteirinho mostrando todos os animais, fornecendo explicações sobre cada um e dando alimento para a criança alimentá-los.

Tem as atividades coletivas como a hora de plantar, que as crianças amam e é super instrutivo, e a hora de fazer o pão ... um barato!!! Eles levam o pãozinho para casa depois de assado e a plantinha no vasinho.

Amei as árvores do pomar todas identificadas pelo espaço e a horta. Só achei que deveriam bolar alguma atividade na horta para as crianças conhecerem de onde vem os pés de alface da salada que comem. Fica a dica!


Olhem que apetitosa:


O almoço lá é uma delícia à parte. Comidinha caseira, com cheiro de casa de avó, preço justo e super saborosa.


Ficou meio longo, mas achei que precisava ilustrar os posts com mais fotos. Vocês também acham?

Fazendinha Estação Natureza (http://www.estacaonatureza.com.br)
Av. Washington Luís, 4.221 - Santo Amaro - Zona Sul
Tel.: (11) 5034-2728.
Preço: R$ 22 (adulto) e R$ 28 (crianças de dois a 12 anos). Grátis para menores de dois e maiores de 65 anos.
Estacionamento no local: PAGO

sábado, 3 de março de 2012

Casa Modernista - Museu da Cidade de São Paulo - São Paulo, SP



A Casa Modernista foi a primeira casa em estilo moderno construída no Brasil. De autoria do arquiteto de origem russa Gregori Warchavchik (1896–1972) a casa foi construída em SP em 1928.
Numa época em que se imitava a arquitetura Parisiense cheia de ornamentação e detalhes, para ser aprovada pela Prefeitura o projeto contemplou as ornamentações da época e na construção o arquiteto alegou que não tinha como finalizá-la pois acabaram-se os recursos.

A casa faz parte do Museu da Cidade de São Paulo, que é uma rede de casas históricas formada, hoje, por 12 exemplares arquitetônicos administrados pelo Departamento do Patrimônio Histórico (DPH).

Esta casa nos mostra como é importante lutar pelo que se acredita porque a construção dela foi uma essencial quebra de paradigma na época.

A visitação conta com monitores e é gratuita.

Conheça as outras edificações do museu da Cidade de SP: http://www.museudacidade.sp.gov.br/

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Livro 1808 - Laurentino Gomes



Acho importante a leitura de livros que resgatam a histório do povo brasileiros por estudantes em geral pois, como já ouvi por ai e concordo, um povo que não conhece seu passado está fadado a repetir os mesmo erros de outrora.

Este livro é interessante pelo fato de narrar o período da história do Brasil que vai desde a chegada da corte de Portugal ao nosso país numa linguagem simples e amigável, com descrição bem mais próxima do real do que os personagens caricatos que estamos acostumados a ver em filmes e peças.

O livro é uma viagem à época da corte, nos proporcionando uma riqueza de detalhes e até alguns fatos novos até agora desconhecidos até por historiadores, quem dirá conhecermos, na época da escola, nos nossos rasos livros didáticos.

Com este livro, é possível realizarmos uma verdadeira avaliação da gravidade dos fatos dos acontecimentos passados olhando para a situação citada como se estivesse ocorrendo hoje, no nosso tempo atual. O que seria do país caso a corte não tivesse aportado por aqui?

1808. Uma viagem de meses em caravelas caindo aos pedaços, com falta de comida e água, muita sujeira e muito piolho. A viagem da corte de Portugal ao Brasil, fugida de Napoleão Bonaparte, é escoltada pela marinha britânica. A visão do Brasil da época: uma colônia sem qualquer infraestrutura.

É a abertura dos portos que favorece comerciantes ingleses, e também brasileiros, enriquecendo as duas pontas do comércio internacional. Começa-se ai o jogo político que vimos até hoje no nosso país: o favoritismo, a corrupção, os ricos fazendeiros e traficantes de escravos ávidos pelos títulos de nobreza.

Nasce o Banco do Brasil onde estes negociantes adquirem ações da instituição para serem compensados com títulos de nobreza.

Mas tem também o lado do crescimento do pais. São criadas escolas, estradas, hospitais, é iniciada a entrada de produtos importados. Tem o horror da escravidão enriquecendo os traficantes.

E do outro lado do atlântico fica um país orfão: Portugal, onde estoura a revolução liberal na cidade do Porto em 1820, obrigando dom João VI ao retorno da sua terra.
Foram 13 anos no Brasil. Narrativa maravilhosa que nos apresenta a nossa própria história.

Recomendo. Deveria ser item de cesta básica.

Nosso Marley, e nós

Carta ao Átila



Sim, eu tive um Marley na minha infância. Quer dizer eu não, meu pai ... eu era apenas uma das crianças da casa que teve o privilégio de conhecê-lo e conviver contigo.

Átila. Cachorrão grande, mistura de capa preta com pastor alemão ... Lindo! Pêlo preto brilhante. Lembro bem de você.

Nossos bracinhos finos de criança tentavam dar a volta no seu pescoção e ficávamos abraçadas com você assim.

Você foi o nosso primeiro cachorro. Nós nascemos e você já estava lá, Átila. Sempre achei lindo o seu nome, que meu pai escolheu. Nome forte, áustero, diferente. Você já fazia parte da família quando chegamos, uma a uma ... as intrusas no caso, éramos nós, as crianças...rs

Você era o nosso cão herói, salvou o pai e o tio Mingo de levar tiros ... foi lindo o que você fez. Coisa de cinema, como diz meu pai. Eu tão pequena, fiquei admirada, orgulhosa, agradecida. Quando aqueles bandidos entraram no bar e apontaram a arma para eles, você foi para a direção deles e pulou em cima deles, dai foi você quem levou o tiro, não é? Muita sorte que o tiro acertou apenas na sua pata ... Cachorro corajoso. Sofreu, eu lembro disto, mas meu pai cuidou de você. A bala atravessou a patinha (ou patona, porque era imensa)...

Esta é apenas uma das histórias que eu vivi com você, meu pai certamente escreveria um livro sobre o "nosso cão herói"!

Meu pai o ensinou a ficar alerta com as situações de perigo, eu lembro. Era só você ouvir a frase "Atropela, Átila... atropela" que já partia para cima de quem quer que fosse... sempre foi o nosso cão guarda costas.

Era lindo você, Átila... deixou saudades!

Nesta época nós assistíamos o seriado Lassie na TV e era como se NÓS vivessémos um seriado com você.

Você tinha o andar igualzinho o do pai... todo pacato ... sossegado ... muito engraçado.

Quando você adoeceu nós todos da família sentimos muito. Quando faleceu então... foi dolorido demais. Foi a primeira morte em família para mim. Foi muito triste.

Em todo cão que tivemos depois de você sempre procurámos um "Átila" ... sempre... mas entendi depois de muito tempo que igual a você não existe, não, Átila. Você foi e será o único. Isto não quer dizer que não gostamos dos outros... gostamos sim, mas você era especial.

Você é a lembrança da minha infância ... assim como a Fazenda São Joaquim, você faz parte da minha história e hoje o que eterniza este momento é a sua foto ... com ela revivo as lembranças como fazendo uma viagem...

"Nessa estrada
Um pé nas nuvens
Outro pé noutro lugar
Uma saudade
Uma viagem
Onde vai meu coração

inda hoje inda bem no caminho
canto alegre
é você tão feliz e sozinho
uma velha canção rock´n roll"

Muitas Saudades, Átila.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Orquidário Professora Ruth Cardoso - Parque Villa Lobos - São Paulo, SP










Fiquei encantada com a beleza das orquídeas e o nome do espaço como uma homenagem homenagem à antropóloga e ex-primeira dama Ruth Cardoso. Na minha opinião, uma das únicas admiravéis que já tivemos.

Logo na entrada podemos observar um painel com a biografia de dona Ruth com fotos de diversas fases da vida da ex-primeira-dama.

Tomei conhecimento de que o seu formato esférico, que lembra uma oca, também foi uma homenagem do autor do projeto a alguns grupos étnicos estudados por dona Ruth Cardoso, como as tribos africanas e indígenas brasileiras.

Um passeio bacana, gratuito, dentro de um dos parques mais lindos de SP, vale muito a pena conhecer.

Mais fotos:

quarta-feira, 31 de março de 2010

Planetário Professor Aristóteles Orsini - Parque Ibirapuera - São Paulo, SP





Um passeio muito rico para a criançada. É uma aula onde o teto é a lousa e o giz são as estrelas. Lindo!
O Planetário chama-se planetário por causa desta grande máquina ai da foto, ela é que é o "planetário", vocês sabiam? Eu não... rs. Carl Zeins eu conheço bem!
Atentem-se aos temas. Geralmente a primeira sessão é voltada para os menorzinhos.
Dá pra fazer todas num dia só (como eu fiz..rs).
Bom passeio!

Onde: Parque Ibirapuera - SP (Próximo
Estacionamento: Bolsão do parque (Zona Azul) - R$ 3,00 por hora
Lanchonete: Bem perto do Planetário tem uma
Ingressos: R$ 5,00 inteira e R$ 2,50 1/2 entrada

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Bar Santo Paulo - Estádio do Morumbi - São Paulo, SP



Capítulo à parte: sufoco para achar a entrada.

Como nunca nenhum de nós tínhamos ido ao Estádio do Morumbi, pegamos o endereço e fomos via google maps mesmo...

Fui logo procurando o procurando o bendito portão 2 conforme endereço divulgado. Volta completa no estádio e nada deste portão. Paramos na bilheteria: a moça nos informou que a entrada, na verdade, seria no portão 16. Mais uma volta pelo estádio, agora procurando o portão 16. Paramos numa entrada lá porque não achamos o bendito. O porteiro então nos informou que era no portão 2 mesmo. Ai, ai, ai. Mais uma volta pelo estádio, agora olhando direito..afinal agora sabemos que é mesmo no portão 2 e que ele existe ... nós é que somos cegos. Paramos de novo no Portão 16 até meio constrangidos para avisar o moço que não existe este Portão 2 ou somos realmente cegos. Dai ele nos informa com toda a sua tranquilidade que era logo ali na próxima entrada, na rampa, e que apesar da placa dizer Portão 1 (rampa com acesso pela Av. Giovanni Gronchi), na verdade este é que é o Portão 2.... ele disse que nem ele sabe porque o portão 2 está marcado como portão 1... Ai ai ai... "-Ahhhhhhhhhhhhhhhh"... exclamamos todos nós. Super fácil!!!!! É só a gente ser adivinho ...

Enfim, entramos...

O bar temático é muito lindo, ambiente super gostoso, uma vista muito linda do gramado...seleção show de músicas ambiente ... e, periodicamente toca o hino do São Paulo só para fixar (rs)... Os banheiros também são lindamentes decorados tricolor, amei.



Todo cheio de detalhes do futebol... a vista paro campo é realmente linda. Fico imaginando em dia de jogo, deve ser bem gostoso. Vale a pena conhecer.
Os preços são equivalente aos barzinhos de moda... os pratos em média 35,00, porções 18,00... refri 4,00.




Aproveite para dar uma voltinha pela loja da Reebok, tem umas caricaturas de jogares muito bacana.

Estacionamento: 10,00 Vallet na entrada

Próxima experiência: Assistir um jogo lá do bar

domingo, 16 de agosto de 2009

Carta ao Tio Mingo


Eu adoro este teu sorriso meigo, tio.


Domingos Nogueira, o Mingo, o véio Guim, o Guim, o Peão ... para mim sempre o Tio Mingo.

Tio, você era o tio mais carinhoso de que me lembro.
Era o nosso Tio cozinheiro.
O Tio desprendido.
O Tio que gostava de nos abraçar, apertar, nos enchouriçar ... E quando a gente cresce vê que os seus enchouriços são na verdade uma forma de carinho também...

Impossível esquecer você dizendo pra nós:

- Cha-ta!
- Sua cha-ta!
- Você é uma cha-ta!

E bem lembrado pelo Celso, você dizendo: Eu não gosto d´ocê! rs
Tio, você era muito querido!

Impossível esquecer você nos empanturrando de comida ...

Tudo para você estava bom, não é Tio?
Pra você a humanidade era realmente burra por deixar de curtir coisas simples e prazerosas da vida para dedicar-se a correr atrás de coisas materiais... cada vez mais... mais e mais. Ninguém precisa de muito para viver, você dizia sempre. Você tem razão!

Lembro do cheiro do seu pão caseiro. Que delícia!
Abobrinha refogada com pimenta, ninguém fazia igual.

Muito castigado pela vida ... eu achava.
Sem uma companheira por toda a vida ... você sentia solidão, tio?
Só pôde trazer as filhas para perto quando moças...mas Deus compensou-lhe e lhe deu a felicidade de ter netos, muitos netos.... de curtir com os netos o que você não pode curtir com as suas filhas... Ser avô é tudo de bom, não é, Tio?

Você conquistou seu cantinho com muito, muito sacríficio .... eu lembro de cada passo, da compra do terreno, da construção da casa, quando foi morar lá...e alegria em nos mostrar a SUA propriedade. Cheia de plantas e bichos.

Você falava a língua dos animais, conversava com qualquer bicho e eles o entendia. Eu já percebia que só os especiais falam com os bichos.
Para você não existia cão bravo, não é? Todos gostavam de você.
Você é um ser humano tão sensível e humilde, tio. Deus reservou um lugar especial pra ti, você merece. Eu sei disto! Ai se 1/3 do mundo fosse como você.

Seu trabalho era um dos mais duros e você estava lá desde os seus 40 e poucos anos ou antes, e nisto ficou até quase os 60 anos.

O vício que você lutou durante a vida para abandonar e por muitas vezes conseguiu ... será que não era apenas o seu refúgio? A sua maneira de obter forças para a vida?

Você bebia, penso eu, não para se transformar em outra pessoa, ficar violento, nada disto. Você bebia, penso eu, para reencontrar a si mesmo...
E muitos não entendiam porque você bebia ... olhando sua história creio que possamos entender um pouco agora.

Comecei a observar que você não era mais o mesmo quando você largava comida no prato... você mesmo dizia que aprendeu no exército a não deixar um grão de arroz no prato... logo você, tio.´

Neste último Natal de 2008 eu senti que não o veria mais porque o achei muito abatido... mas não imaginava que fosse desta forma.
Esta é a última foto sua em vida, e é esta imagem que queremos e vamos guardar. Espero que tenha gostado de estar conosco.

Como parte da despedida nós fomos até a velha Fazenda São Joaquim, muita coisa mudou lá. Quantas boas lembranças de almoço de domingo com toda a família reunida para a tradicional macarronada da Vó naquela velha casa. Quantas lembranças do Vô naquela oficina. É como se eu visse uma foto que se descoloriu ...

Nessa estrada não nos cabe
Conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe
Bem ao certo onde vai dar
Vamos todos
Numa linda passarela
De uma aquarela
Que um dia enfim
Descolorirá...

NUNCA o ouvi reclamar da vida.
Você foi e será um exemplo para muitos.
Para mim você foi um grande homem e eu te admiro sim!

Ps. Você, a Tia Nice, a Tia Chiquita, o Tio Alemão, o Vô e a Vó agora estarão juntos para sempre.
Lembra do Átila, não é, tio? Acredito que agora você pode encontrá-lo também e dar aquele abraço nele por nós.

Tchau, Tio Mingo.

domingo, 2 de agosto de 2009

Fundação Maria Luiza e Oscar Americano - São Paulo, SP

Comece fazendo um passeio pelas verdissímas alamedas observando o nome de cada uma delas. Há muitas árvores e plantas catalogadas e alguns painéis explicativos pelos caminhos que tornam o passeio mais educativo. Há, também, esculturas integradas à natureza... Observe atentamente. Ah, e a altura de algumas árvores é impressionante!

Uma tranquilidade, uma paz, só se ouve o canto dos passarinhos ... que se você não soubesse que está em SP não acreditaria ... Sim, SP tem lugares lindos e mágicos!

Depois da caminhada pelas alamedas chega-se a um pequeno pelayground, ótimo para retomar o fôlego enquanto a criançada se diverte. Dai depois, já se chega a frente da casa... onde fica a entrada da exposição.

Dentro da casa não se pode fotografar, o que é legal, pois tudo que se vê você talvez nunca tenha visto em fotos, então, melhor apreciar ao vivo ... você realmente fica impresssionado. Só indo para conferir a riqueza de objetos de arte e da História do Brasil (exposição permanente). Maravilhoso acervo.

A arquitetura da casa é muito linda e foi feita de modo a se apreciar o entorno cheio de verde, lindo! Vale a pena ir sem pressa e no final do passeio parar para tomar um cházinho no Salão de Chá.



O passeio me atiçou a curiosidade sobre o casal:

Quem foi Oscar Americano?
Oscar Americano de Caldas Filho (São Paulo, 27 de março de 1908 — São Paulo, 15 de junho de 1974 - Morreu com 66 anos). Sobrinho do cientista Dr. Vital Brazil Mineiro da Campanha (do Instituto Butantan), pelo ramo de sua avó paterna, Maria Carolina Pereira de Magalhães, tinha consanguinidade com o Protomartir da Independencia do Brasil, Joaquim Jose da Silva Xavier - o Tiradentes. Foi um engenheiro , mecenas e grande empresário brasileiro dono da empresa CBPO. Em 1974, dois anos após a morte de sua esposa, Dona Maria Luísa Americano, criou a Fundação Maria Luisa e Oscar Americano onde reuniu importante acervo de obras de arte, móveis e objetos brasileiros de valor histórico, especialmente do periodo Imperial brasileiro.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_Americano"

Quem foi Maria Luiza?
Maria Luísa Ferraz Americano de Caldas (Rio de Janeiro, 30 de abril de 1918 — São Paulo, 1972 - Morreu com 54 anos) foi uma mecenas brasileira das artes.
Casou-se em 1937 com Oscar Americano de Caldas Filho, com quem morou numa chácara no então distante bairro do Morumbi. Dedicou sua vida a comprar obras de arte, móveis e objetos brasileiros de valor histórico. Após seu falecimento, seu marido resolveu fundar na casa onde viveram a Fundação Maria Luisa e Oscar Americano. Dona Maria Luísa também fez importantes trabalhos filantrópicos na zona leste da capital paulista
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Luisa_Americano"

Só temos a agradecê-los!

Entrada: R$ 10,00 adulto e R$ 5,00 1/2 entrada (estudantes ou crianças menores de 12 anos)
Estacionamento: Não há. Você deixa o carro na rua mesmo. Há um segurança ali na portaria que fica olhando.

Tenho de voltar lá ainda para: Numa tarde para tomar o chá da tarde / Assistir a um concerto no auditório

domingo, 26 de julho de 2009

Palácio dos Bandeirantes - São Paulo, SP

Apreciar obras de Di Cavalcanti, Portinari, Volpi, móveis antigos ... tudo isto vai te encantar na Visita ao Palácio dos Bandeirantes. A visita é realizada com guia, a nossa foi super simpática.

O passeio começa com a história da arquitetura do prédio... uma curiosidade que muitos poucos conhecem. Você sabe para que foi construído o atual palácio? E qual foi o desenho que o arquiteto pensou no primeiro momento? Vai lá descobrir... rs



Bom, dentro do palácio a gente se impressiona com tanta obra de arte... todas explicadas pela guia .... a parte do palácio liberada para visitação é no andar Térreo mais as exposições do 1º andar, se optarem.

O legal é que pode-se tirar fotografias de tudo (proibidíssimo utilizar flashs) ... mas eu posto apenas foto da arquitetura e uma visão geral porque acho muito chato ver fotos de tudo que há dentro de um museu, acaba com a expectativa da pessoa que pretende visitá-lo, não é mesmo?



No dia que fiz a visita haviam duas exposições para se visitar:

- A Vida após a Vida - Testemunhas da Passagem - De 18/05 a 02/08/2009 - Museu de Etnologia da USP
Incrível esta exposição. Você vai poder observar peças com muito mais idade do que você imagina. Não perca! E a surpresa fica para o final desta expedição... a guia sabe manter o entusiasmo da galera..

- Sinfonia de um Viajante - Valdir Cruz - Fotografias - De 08/05 a 26/07/2009
Belíssimas fotos da intimidade de uma tribo yanomani no Mato Grosso do Sul mescladas com fotos das Cataratas do Iguaçu no Paraná.
Ao mesmo tempo que a foto mostra a beleza do índio na natureza mostra também as mazelas que muitas vezes nem nos damos conta de que ocorre... impressionante e chocante esta exposição. Folheiem o livro do artista, exposto ao lado do livro de assinaturas.

A vista do mirante do palácio é muito bonita, muitos tons de verde das plantas e o rosa das cerejeiras floridas do jardim formam uma belíssima paisagem. Para passear pelos jardins, ver (e sentir o perfume) das lindas árvores floridas de cerejeiras de perto, além do pau-brasil e ipês ... tem de se agendar a visita com um tempo maior de antecedência (48hs) para que se possa escalar uma escolta (policial) para o grupo.



Escolas podem fazer este passeio, divulguem.

Passeio totalmente gratuito: entrada e o estacionamento (pare o carro no estacionamento do palácio).

Quero voltar para: Visitar o jardim / novas exposições.

Av. Morumbi, 4500
Visitas de Terça à domingo: das 10h00 às 17h00 (as entradas são nas horas cheias)
http://www.acervo.sp.gov.br/

Nota DEZ para este passeio!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Capela do Morumbi - São Paulo, SP



A capela do Morumbi que na verdade ninguém sabe se foi realmente uma capela, um paiol, ou qualquer coisa diferente, pertencia a Fazenda Morumbi, produtora de chá-da-índia. A Casa da Fazenda, hoje um restaurante, seria sua casa-sede.

Foram descobertas ruínas na antiga Fazenda do Morumbi quando ainda pertenciam a Cia Imob. Morumby e para valorizar os terrenos a Cia contratou o escritório de arquitetura de Gregori Warchavchik para realizar um trabalho de reconstrução.

A reconstrução desta capela foi feita em paredes de alvenaria preservando-se a parte original em Taipa de Pilão. Por isto não se pode chamar este trabalho de restauração.

O terreno onde se encontrava a suposta capela foi doado ao município. E somente em 1980 foi aberta à visitação.

Nos fundos do terreno da capela possuia um mirante que dava um belissíma visão das mansões do Morumbi. Hoje, o terreno é tomado por vegetação para permitir uma maior privacidade aos vizinhos.



Hoje a capela abriga exposições temporárias e eventos e faz parte de uma das 12 casas históricas do Museu da Cidade de São Paulo.

Atualmente a exposição está com os trabalhos de José Spaniol onde o seu principal trabalho é a obra Tímpano: uma peça circular feita em taipa de pilão, a mesma técnica utilizada na construção da capela.

Assim que você entra no espaço um dos monitores vem recepcioná-lo e orientar sobre o local e as obras.



Entrada: Gratuita
Estacionamento: Não há. Tive de deixar o carro na Pça... 200 metros a frente da Capela e voltar andando.
Site: http://www.museudacidade.sp.gov.br/capeladomorumbi.php

Foto da antiga porteira da fazenda do Morumbi (vergonhosa a ação dos pixadores no patrimônio da História de SP):

terça-feira, 23 de junho de 2009

Instituto Butantan - São Paulo, SP



Um lugar super agradável para um passeio, tem uma extensa área verde onde era antes a antiga fazenda Butantan ... Tem muita coisa para olhar, por isto é legal ir sem pressa para desfrutar todas as atrações com calma.

O instituto é muito conceituado dentro e fora do país, possui uma das maiores coleção de serpentes do mundo, são 54 mil exemplares! E é o maior produtor nacional de soros e vacinas.




Serpentário: O passeio já começa por aqui. No serpentário podemos ver as cobras no seu habitat natural, à luz do dia e soltas. E como o instituto é aberto você pode visitá-lo e ver algumas cobras sem pagar nada.

Prédio do Instituto Butantan: Bela construção para ser apreciada apenas por fora. Funciona como biblioteca.

Museu Biológico: O Museu encanta sempre! Muito interessante ver os diversos tipos de cobra, algumas aranhas e escorpiões assim tão de pertinho.

Museu de Microbiologia: Museu novo onde as crianças tem a possibilidade de observar por microscópio: micróbios, plaquetas, insetos, etc.
Tem também busto dos inventores das principais vacinas.

Museu Histórico: Você se sente realmente numa cocheira e fica imaginando como Vital Brasil trabalhava ali. Os móveis, peças, instrumentos e maquinários da época dão uma idéia de como era o seu trabalho em 1900.

Casa de Vital Brasil: Nesta não se pode entrar, hoje funciona um laboratório, mas dá para você apreciar a arquitetura externa da construção. Atrás da casa tem uma árvore Ipê Rosa linda, que forra o chão de cor de rosa. Vale a pena ver.

Casa da Diretoria: Também só se pode conhecê-la externamente. Construção muito bonita de tijolinho à vista cercada de vegetação.

Museu de Rua: Placas com informações sobre o Instituto no meio da alameda que leva à Casa de Vital Brasil. Adorei a idéia, muito bacana e bem bolado, museu à céu aberto e informação de um jeito diferente.

Hospital Vital Brasil: Desde 1945 atendendo acidentes de pessoas com picadas de animais peçonhentos. Funciona 24 horas por dia. Agora você já sabe, qualquer coisa.. corra pra lá.

Cinema: Fica logo depois do Museu Histórico, pergunte para algum funcionário. Sempre tem sessões de filminhos desenho ou documentário em determinados horários. As histórias são bem bacanas e a sala é nova, com decoração super moderna. Ele está num prédio novo que futuramente vai ser para abrigar eventos e tem também o

Macacário: no dia da nossa visita ele estava em reformas. Pretendo voltar lá quando estiver pronto e dai sim, contarei como é.


Nota Dez pro Instituto:
Conta com uma lanchonete dentro com preços justos.
O estacionamento dentro do Instituto é gratuito.
O valor da entrada é somente para os três museus: adultos R$ 6,00 e maiores de 7 anos
R$ 2,50 (acima de 65 e menores de 7 não pagam). O resto funciona como um parque.


SP está de parabéns!